“Nuestro objetivo final es nada menos que lograr la integración del cine latinoamericano. Así de simple, y así de desmesurado”.
Gabriel García Márquez
Presidente (1927-2014)

NOTICIA


  • La muestra "Brasil en trance" y más de 50 películas portuguesas en el IndieLisboa 2019
    Por Texto en español y portugués

    Este año, el IndieLisboa tiene más de 50 películas portuguesas presentes en toda la programación, incluyendo operas primas y estrenos mundiales. Diecisiete películas participarán en la competición de cortos.

    IndieLisboa, que ahora se presenta como "un festival generalista" contará con alrededor de 250 películas distribuidas por las distintas secciones

    Un acercamiento al cine de Brasil y una reflexión sobre la producción de cine en Portugal son dos de las propuestas del Festival Internacional de Cine - IndieLisboa 2019, prevista para el mes de mayo .

    "Desde la primera edición, ha existido un reconocimiento del trabajo cinematográfico que se hace en Portugal", dijo Miguel Valverde, uno de los organizadores del evento, de ahí el propósito de la presencia de películas portuguesas en las distintas secciones del IndieLisboa y el aumento de las obras seleccionadas para la competencia.

    Este año, el 16 IndieLisboa contará con más de 50 películas portuguesas en toda la programación, incluyendo estrenos mundiales, estrenos nacionales y de primeras obras. Hay 17 películas en la competencia de cortometrajes. En la competición de filmes portugueses participan 7 largometrajes, entre la ficción y documental: Alva, de Ico Costa, Campo, de Tiago Hespanha, Mar, de Margarida Gil, A minha avó trelototó, de Catarina Ruivo, Tragam-me a cabeça de Carmen M., de Felipe Bragança e Catarina Wallenstein, e Tristeza e alegria na vida das girafas, de Tiago Guedes.

    Past Perfect, de Jorge Jácome, estará integrado la competencia internacional de cortometrajes. La dirección de IndieLisboa apoya no solo este papel de difusión de la plataforma de películas en portugués, sino también la reflexión sobre las prácticas y producción del cine portugués.

    IndieLisboa, que ahora se presenta como "un festival generalista", contará con cerca de 250 películas distribuidas por las distintas secciones, algunos ya anunciadas en las últimas semanas, como las de la retrospectiva dedicada a la actriz Anna Karina, en colaboración con la Cinemateca. La actriz, una de las caras de la Nouvelle Vague francesa, estará  en Lisboa del 5 al 9 de mayo, y tiene previsto un encuentro con el público el día 8.

    En la presentación del evento, el programador Nuno Sena, dio a conocer una de las secciones de este año, que tendrá el título de "Brasil en trance", con más de treinta películas recientes del cine brasileño. El objetivo es reflexionar sobre el presente y el futuro de esta cinematografía.

    "El programa tiene un objetivo más representativo que retrospectivo. Nos dimos cuenta que era imposible abarcar  el cine brasileño en un programa  entre 10 a 20 películas. Es un país en el que la producción supera los dos centenares al año, y con una producción independiente fortísima ", afirmó.

    En este programa se mostrarán películas de Petra Costa, Helvécio Marins Jr., Gustavo Vinagre y Rodrigo Carneiro y André Novais Oliveira. Algunos de ellos estarán presentes en una mesa redonda, que se celebrará el día 11 de mayo.

    El 16 IndieLisboa se llevará a cabo del 2 al 12 de mayo en el Culturgest, en el Cinema São Jorge, y la Cinemateca Portuguesa,  con una programación paralela de conciertos y fiestas.

    En 2018, el IndieLisboa contó con 37 000 espectadores.

    Cinema brasileiro “em transe” e mais de 50 filmes portugueses no IndieLisboa 2019
    By Texto en español y portugués

    Este ano, o IndieLisboa conta com mais de 50 filmes portugueses, presentes em toda a programação, entre estreias mundiais nacionais e primeiras obras. Há 17 filmes na competição de curtas.

    O IndieLisboa, que se apresenta já como "um festival generalista", contará com cerca de 250 filmes distribuídos pelas várias secções

    Uma prospeção sobre o cinema do Brasil e uma reflexão sobre a produção cinematográfica portuguesa são duas das propostas do Festival Internacional de Cinema – IndieLisboa, marcado para maio e esta segunda-feira apresentado.

    “Desde a primeira edição, há um trabalho de reconhecimento do cinema que se faz em Portugal”, afirmou Miguel Valverde, um dos programadores, a propósito da presença de filmes portugueses nas várias secções do IndieLisboa e do aumento de obras selecionadas para a competição.

    Este ano, o 16.º IndieLisboa contará com mais de 50 filmes portugueses, presentes em toda a programação, entre estreias mundiais, estreias nacionais e primeiras obras. Há 17 filmes na competição de curtas-metragens. Destaque, por exemplo para as seis longas da competição portuguesa, entre ficção e documentário: “Alva”, de Ico Costa, “Campo”, de Tiago Hespanha, “Mar”, de Margarida Gil, “A minha avó trelototó”, de Catarina Ruivo, “Tragam-me a cabeça de Carmen M.”, de Felipe Bragança e Catarina Wallenstein, e “Tristeza e alegria na vida das girafas”, de Tiago Guedes.

    “Past Perfect”, de Jorge Jácome, está integrado na competição internacional de curtas-metragens. A direção do IndieLisboa sustenta esse papel de plataforma de divulgação de filmes portugueses, mas também espaço de reflexão sobre práticas e produção do cinema português.

    Haverá ainda uma antestreia de “Hotel Império”, de Ivo Ferreira, no âmbito de um programa dedicado aos 20 anos da transferência administrativa de Macau para a China, a exibição de três episódios de uma nova série daquele realizador, intitulada “Sul”, e a estreia do documentário “Sou autor do meu nome Mia Couto”, de Solveig Nordlund.

    O IndieLisboa, que se apresenta já como “um festival generalista”, contará com cerca de 250 filmes distribuídos pelas várias secções, algumas já anunciadas nas últimas semanas, como a retrospetiva dedicada à atriz Anna Karina, em parceria com a Cinemateca. A atriz, um dos rostos da Nouvelle Vague francesa, estará em Lisboa entre 05 e 09 de maio, estando previsto um encontro com o público no dia 08.

    Na apresentação em Lisboa, o programador Nuno Sena sublinhou uma das escolhas deste ano, sob o título “Brasil em transe”, com mais de trinta filmes do recente cinema brasileiro. O objetivo é refletir sobre o presente e o futuro do cinema brasileiro.

    “Tem uma missão mais prospetiva do que retrospetiva. Percebemos que era impossível conter o cinema brasileiro num programa com 10, 20 filmes. É um país em que a produção ultrapassa as duas centenas por ano, com uma produção independente fortíssima”, afirmou.

    É neste programa que serão mostrados filmes de Petra Costa, Helvécio Marins Jr., Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro e André Novais Oliveira. Alguns deles estarão presentes numa mesa-redonda, no dia 11 de maio.

    No “IndieMusic”, entre outros, será mostrado o documentário “Ela é uma música”, de Francisca Marvão, que contará com um concerto, a 10 de maio, nas Carpintarias de São Lázaro, com mulheres que fizeram e fazem o rock nacional: Lena d’Água, Adelaide Ferreira, As Gaijas, The Dirty Coal Train, Anarchicks, Panelas Depressão, Clementine, Decibélicas, Matriarca Paralítica e Aurora Pinho.

    Apresentado como um festival dentro do Indie, os programadores voltam a sublinhar a importância do IndieJúnior, que é já a maior secção do IndieLisboa, em termos de espectadores. Estão previstas duas sessões especiais para os mais novos: uma composta por ‘curtas’ clássicas do cinema polaco de animação, dos anos 1960, e um filme-concerto com um trio de músicos da Casa da Música a tocarem para filmes de Charles Chaplin e Buster Keaton.

    O 16.º IndieLisboa decorrerá de 02 a 12 de maio na Culturgest, no Cinema São Jorge, na Cinemateca Portuguesa, no Cinema Ideal e Carpintarias de São Lázaro, onde desembocará a programação paralela de concertos e festas. Em 2018, o IndieLisboa contou com 37 mil espectadores.

    Resumen por: Fidel Jesús Quirós

    (Fuente: observador.pt)


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