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  • El documental Abissal seleccionado para el Gran Premio de Cine Brasileño y Festival de Málaga

    El cortometraje documental Abissal, del brasileño Arthur Leite, egresado del curso Audiovisual y Nuevos Medios de la Unifor, fue seleccionado para dos importantes competiciones: el Gran Premio de Cine Brasileño 2017 y la  20º edición del Festival de Málaga, que se celebrará del 17 al 26 de marzo de 2017, en España.

    En el Gran Premio de Cine Brasileño 2017, el filme compite en la categoría de Mejor cortometraje documental. El premio, que se entrega anualmente, es organizado por la Academia Brasileña de Cine.

    En el 20º Festival de Málaga, uno de los principales festivales europeos, el filme ha sido seleccionado para la Competencia Oficial de Cortometraje Documental, junto a producciones de Chile, Argentina, Estado Unidos y  Portugal. Hay que señalar que Abissal y Redemoinho fueron los únicos filmes brasileños seleccionados entre más de 1 500 filmes inscritos de todo o mundo.

    “No podía pensar que algo, tan íntimo, tan particular, pudiese recibir el reconocimiento que está teniendo”, declaró Arthur. “Ya hemos exhibido el filme en casi 30 festivales, la mayoría de ellos los más importantes festivales nacionales. Málaga será el estreno europeo del filme”, concluyó el cineasta.

    Sobre Abissal

    Abissal cuenta las biografías de Dona Rosa Alvina y Seu Durval Carvalho -abuelos de Arthur- en la región amazónica durante la década del 60 del pasado siglo. La idea de la historia fue de la propia Rosa Alvina, que después de 40 años guardando secretos, decidió que era hora de revelar su historia, y de esa manera esclarecer las dudas de la familia a través de varias generaciones.

    El material filmado por Leite durante el rodaje fue utilizado como su trabajo de graduación del Curso de Audiovisual y Nuevos Medios, un registro audiovisual del cual el joven cineasta preservó una parte para un futuro trabajo sobre su abuelo. En 2016, el filme fue premiado en el Festival Curta Canoa y en el Internacional de Documentales É Tudo Verdade.

    Documentário cearense é selecionado para importantes festivais

    O documentário Abissa, dirigido pelo cearense Arthur Leite, egresso do curso de Audiovisual e Novas Mídias da Unifor, foi selecionado para duas importantes competições: o Grande Prêmio de Cinema Brasileiro 2017 e o 20º Festival de Málaga, que acontece dos dias 17 a 26 de março, na Espanha.

    No Grande Prêmio de Cinema Brasileiro, o filme concorre na categoria de Melhor Curta-Documentário juntamente com outras produções que ganharam destaque no cenário cinematográfico nacional. A premiação, que acontece anualmente, é organizada pela Academia Brasileira de Cinema e tem como principal intuito reconhecer a qualidade técnica de obras nacionais, distribuídas em 25 categorias a serem votadas online pelos próprios profissionais de Audiovisual, como uma maneira de confraternizar a classe.

    “Não poderia imaginar que algo, tão íntimo, tão particular, pudesse ganhar todo o reconhecimento que vem recebendo. Agora, com a indicação ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, a felicidade é enorme - para mim e toda equipe, pois é um importante momento de reconhecimento, num patamar exclusivo dos melhores filmes brasileiros realizados em 2016”, declara Arthur.

    Para o 20º Festival de Málaga, um dos principais festivais europeus, a produção leva a indicação na categoria de “Competição Oficial - Curta-Documentário” concorrendo com produções do Chile, Argentina, Califórnia e Lisboa. É importante salientar que “Abissal” e “Redemoinho” foram os únicos filmes brasileiros selecionados entre mais de 1.500 filmes inscritos em todo o mundo.

    “Já exibimos em quase 30 festivais, sendo os principais festivais do país, e esse mês estreamos na Europa. Agora é torcer pelo prêmio, mas ‘Abissal’ já me surpreendeu e nos levou a lugares inimagináveis para um pequeno filme-descoberta”, finaliza o diretor.

    Sobre “Abissal”
    “Abissal” tem como enredo as biografias de Dona Rosa Alvina e Seu Durval Carvalho - avós de Arthur - na região amazonense da década de 1960. A ideia da narrativa surgiu da própria Rosa Alvina, que depois de mais de 40 anos guardando segredo, decidiu que era hora de revelar sua história e, com isso, sanar todas as dúvidas que atravessou gerações na família.

    O material obtido por Leite durante as filmagens foi usado como seu Trabalho de Conclusão do Curso de Audiovisual e Novas Mídias, registro que o jovem cineasta preserva para usar posteriormente na busca de mais informações sobre seu avô. No ano de 2016 o filme venceu premiações como o Festival Curta Canoa e o Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade.

    Resumen por: Fidel Jesús Quirós (de texto original en portugués)

    (Fuente: G1.globo.com)


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